Tudo o que segue trata de Nmn. Mantemos linguagem clara, apoiamos na literatura e separamos o bem documentado do que segue em aberto.
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O mundo das sombras seria de onde chegam todos os "monstros", tais quais os escorpiões, as onças, índios do rio, os Tukanos, e os brancos. No mundo dos povos Makus, o principal elemento é a floresta, e no "no mundo da luz" vivem seus ancestrais e o criador, chamado "Filho do Osso". Após a morte, os indígenas da sua comunidade voltariam ao mundo da luz, onde as pessoas são adolescentes para sempre e alimentam-se de sucos de fruta.
Fontes: pt.wikipedia.org
=== Ritual iniciático na Ayahuasca === A palavra ayahuasca possui origem etimológica Quíchua, formada por aglutinação entre as palavras Aya e Waska. Quando juntas significam respectivamente, espírito de pessoa (i.e. alma) e trepadeira; na junção: trepadeira das almas ou cipó das almas” (LUNA, 1986, p. 73-4). Classificado pelo seu modo, o ritual de iniciação da Ayahuasca, seria um ritual de contágio, em outras palavras, ritual pelo qual o uso de um objeto, nesse caso, uma bebida fermentada, serve como porta de passagem para o que há de espiritual. Também chamada no Brasil por Huasca e Daime, ou internacionalmente Poryajé, Caapi, Natema, Pindé, Kahi, Mihi, Dápa, Bejuco de Oro, Vine of Gold, Vine of the Spirits, Vine of the Soul, entre outros nomes, a bebida constitui-se do cipó da árvore Banisteriopsis caapi com a folha da Psichotria viridis; ainda em alguns casos, somente a primeira destas. Em relação ao surgimento histórico, existem relatos por parte dos colonizadores espanhóis e portugueses, referentes à uma bebida "(...)muito poderosa, por meio dela comunicam-se com o demônio, porque eles ficam sem julgamento, e apresentam várias alucinações que eles atribuem a um deus que vive dentro destas plantas”(Guerra, 1971). Já no século XVII, os padres jesuítas descreveram o uso de uma porção diabólica pelos ameríndios do Peru. Na Amazônia, em 1851, o botânico inglês Richard Spruce acompanhado dos seus colegas Alfred Russel Wallace e Henry Walter Bates, relatou um ritual com a huasca realizado pelo povo indígena Tukanoan.
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Durante o fim dos oitocentos, Spruce constata novamente a presença do preparado dentro das comunidades Guahibo, nos países da Colômbia e da Venezula; outrossim, posteriormente, pelos Záparos situados na Cordilheira dos Andes em território peruano. A junção do ritual com o líquido produzido pela extração das plantas potencializa seus efeitos psicoativos, ou na visão dos adeptos religiosos, efeitos enteógenos, visto que esse último termo refere-se a efeitos psicoativos usados apenas em virtude da religião. Os praticantes relatam uma transcendência, possibilitada pela substância:
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O homem toma conhecimento do sagrado porque este se manifesta, se mostra como algo absolutamente diferente do profano. A fim de indicarmos o ato da manifestação do sagrado, propusemos o termo hierofania. Este termo é cômodo, pois não implica nenhuma precisão suplementar: exprime apenas o que está implicado no seu conteúdo etimológico, a saber, que algo de sagrado se nos revela. Poder-se-ia dizer que a história das religiões – desde as mais primitivas às mais elaboradas – é constituída por um número considerável de hierofanias, pelas manifestações das realidades sagradas. A partir da mais elementar hierofania – por exemplo, a manifestação do sagrado num objeto qualquer, uma pedra ou uma árvore – e até a hierofania suprema, que é, para um cristão, a encarnação de Deus em Jesus Cristo, não existe solução de continuidade. (ELIADE, 1992, p. 13) Eliade acrescenta que o acesso à espiritualidade em todas sociedades arcaicas, está baseado no simbolismo de morte e renascimento, por isto, uma iniciação. Além disso, conforme seu discurso, a Daime não representa o fim espiritual em si, porém um intermédio, daí sugere o termo "hierofania", a manifestação do divino através do símbolo. O uso da substância, ainda que fora das aldeias indígenas distingue-se dos usuários de alucinógenos nas suas finalidades, pois a Ayahuasca é consumida com fins de limpeza espiritual e autoconhecimento. Trata-se de uma proposta espiritual de conexão com a natureza, a partir da consciência de si, um estado descrito comumente pela palavra hiperlucidez.
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Nmn é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Nmn apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Nmn)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Nmn)